O convite é para sermos felizes, sem hora para começar, sem hora pra terminar, sem regras pré definidas de como alcançar a felicidade, sem receita de bolo para manter, sem estipular metas inalcançáveis...
O convite é para sermos felizes, não para sermos neuróticos por resultados, é para contemplar o pequeno, ver o belo nas pequenas coisas, encontrar inspiração em meio aos problemas, é para sorrir depois das lágrimas terem percorrido o rosto, rir do tombo e levantar novamente como criança no parque de diversões, machucar o joelho e sair para brincar novamente, perder o dente de leite e não ter medo de mostrar a janelinha que ficou, entregar um presente pequeno para seu melhor amigo como se fosse uma grande descoberta, não ter medo de abraçar desconhecidos e ser retribuído.
Estamos sendo convidados a sermos empáticos com o diferente, a nos importarmos com o que poucos dão importância, a termos o amor inesgotável independente das feridas que nos impuseram ou do peso da caminhada.
Estamos sendo chamados ao encontro com o novo, com novas formas de priorizarmos nossas vidas, com novas maneiras de lidarmos com o stress e a labuta diária, estamos sendo chamados para olhar aos céus e vermos as estrelas além das nuvens, quebrarmos os limites que disseram que existem em nossa existência, o convite é para que antes de namorarmos alguém, possamos namorar a vida e a nós mesmos.
Felizes os que se esvaziam do próprio eu, felizes os que se choram, felizes os que se entregam de coração, felizes eu e você quando acreditamos que podemos desatar os nós que existem dentro de nós, felizes os que são capazes de se reinventar e renovar o fôlego, mesmo após batalhas intensas, felizes os que sonham e não tem medo de realizar.
O convite não tem endereço nem hora marcada, o convite é para ser feliz, podemos começar agora!

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