Todo mundo é feito de fases, algumas fases nos levam a grandes transformações.
Talvez seja isso que signifique a alegoria da transformação de uma lagarta em borboleta, o casulo seria o tempo de reflexão, aquele tempo estratégico em que você se planeja para mostrar uma nova face ao mundo.
Mas quando identificar que a mudança é de fato necessária? Quando se dá esse alerta de que precisamos entrar ou sair do casulo? Quais são as mudanças que precisamos objetivar para sairmos de uma fase e entrarmos em outra?
Mudar um aspecto de uma subjetividade é muito difícil, principalmente quando não há parâmetros externos que nos levem a ter essa reflexão. Todos nós estamos em constante mudança, mas nem sempre mudamos com a mesma velocidade que deveríamos, vamos retardando um passo, e quando damos conta, estamos parados 10 anos no tempo que já não é nosso.
Como começar a mudança que precisamos quando o que teríamos de mudar antes se acumulou e virou uma bagunça de posturas que ficaram atrasadas no tempo?
O relógio biológico e o psicológico nem sempre andam ao mesmo passo, quando esses relógios não se acertam, como acertar então os ponteiros da vida?
É chegada a hora de mudar, é chegada a hora de ser definitivo!
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